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No campo da disputa, o Carnaval perdeu para cerveja, em jogo acirrado, onde os adversários possuíam grandes elencos. De um lado, alegorias e adereços compondo um ataque infernal, estilo Bebeto e Romário nos áureos anos 90. De outro, uma ferrenha linha de defesa, formada por artesanais e bocks, lembrando grandes ferrolhos ingleses dos anos 70.

Tratou-se de uma das mais acirradas disputas, onde prevaleceu, obviamente, muito mais a parte de talento do que propriamente a parte técnica durante todos os treinos anuais.

A cerveja veio de mansinho, com suas pilsens trocando passes devagar, pronta para dar o bote na hora certa, me lembrando o grande centroavante Zé Claudio, impiedoso, matador dos tempos de Glória de Vacaria.

O Carnaval, ao longo do jogo, foi querendo impor suas técnicas, suas bases de treinamentos, mas o que se viu foi um time desorganizado, conduzido de uma forma pouco profissional pelo clube e que infelizmente ao andar da partida, foi se comprovando a necessidade de um novo comandante.

Ao andar do tempo, a “peleia” foi se desenvolvendo, mostrando muita mais qualidade pelo lado da cerveja, que inclusive apresentou um jogador pesado, “um litrão”, muito qualificado e gelado, que por óbvio desequilibrou aquela grande disputa, deixando o Carnaval para trás e conquistando uma vitória expressiva e cada vez mais caindo na preferência nacional.

Jogos como esses nos enchem os olhos e por óbvio também o paladar, que inclusive é o principal após os confrontos.

No encerramento dessa disputa, percebemos que infelizmente, não basta ter só vontade, cobrar da diretoria e do presidente como o Carnaval fez ao longo da temporada, precisa-se muito mais de planejamento, de gestão técnica e um alto grau de profissionalismo.

Mas, de fato uma certeza ficou.

Pra grandes “peladas” de futebol, é necessário e fundamental aquela parceria, pois:
Futebol & Cerveja é o casamento perfeito ao final de todos os jogos!

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