Município também antecipa de cinco para quatro meses a aplicação da dose de reforço

Medida do Ministério da Saúde pretende aumentar a proteção contra a variante Ômicron

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Foto: Arquivo Pessoal / OA

Visando o aumento da proteção de todos os brasileros contra a variante Ômicron, o Ministério da Saúde passou a recomendar, desde segunda-feira (20), a redução do intervalo de cinco para quatro meses, entre a 2ª e a dose de reforço da imunização contra a Covid-19.

O reforço está sendo aplicado em maiores de 18 anos que tenham recebido as duas doses de vacina, respeitando o prazo mínimo dos quatro meses após a segunda aplicação. Além disso, o Ministério reitera a importância de se completar o ciclo vacinal e pede àqueles que tomaram apenas a 1ª dose para retornarem aos postos de vacinação.

Conforme as orientações emitidas pela Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 (Secovid), a vacina da Pfizer está sendo utilizada como dose de reforço em pessoas vacinadas com os imunizantes Coronavac, AstraZeneca e Pfizer. A opção por essa vacina levou em consideração o aumento da resposta imunológica no esquema heterólogo. De maneira alternativa, os imunobiológicos da Janssen e AstraZeneca também poderão ser utilizados na dose de reforço.

Inicialmente destinada a ser de aplicação única, a vacina da Janssen também deverá ser reforçada. Quem a recebeu entre dois e seis atrás pode comparecer ao posto de saúde para a segunda dose. Nesse caso, o imunizante utilizado deverá ser do mesmo fabricante.

Fonte: Ministério da Saúde