Um dos maiores problemas está na esquina da Itararé com a Marques do Pombal | Foto: Jonathas Costa/OA
Um dos maiores problemas está na esquina da Itararé com a Marques do Pombal | Foto: Jonathas Costa/OA

A água continua a baixar nas ruas do bairro Americana, o que não significa que os problemas estão acabando.

Após duas semanas de alagamentos, a maioria das ruas da região começa a secar e traz à tona verdadeiras crateras no asfalto.

• FOTOS: Em imagens, confira a situação das ruas do bairro

Um dos pontos mais críticos é a esquina das ruas Marques do Pombal com Coelho Neto. No local, que já apresentava problemas antes da chuva, uma sequência de buracos praticamente inviabiliza o tráfego.Motoristas andam na contramão e há quem utilize a calçada para passar pelo trecho.

Na Itararé o problema não é diferente. Um buraco de mais de 15 centímetros de profundidade interdita uma das pistas. O acúmulo de areia nos canteiros e calçadas também impressiona. Em alguns locais o barro ainda está molhado.

Apesar de não poder ser visto, outro problema incomoda bastante os moradores. O cheiro de peixe se alastrou pela região, inclusive dentro das casas.

Veículo passa por cima da calçada para desviar de buracos na Marques do Pombal | Foto: Jonathas Costa/OA
Veículo passa por cima da calçada para desviar de buracos na Marques do Pombal | Foto: Jonathas Costa/OA

Mutirão de limpeza
Neste sábado (07), equipes da prefeitura vão vistoria a região. A proposta é realizar um levantamento detalhado do que será preciso para limpar as ruas atingidas pelos alagamentos.

Um mutirão de limpeza está programado para a segunda-feira (09). Os serviços vão estar concentrados no quadrante formado pelas ruas Itararé, Marquês do Pombal, Beira-Rio e Manoel da Silva Filho. Contêineres serão instalados nas ruas 12 de Maio e Itararé.

De acordo com a prefeitura, serão realizadas limpeza das bocas de lobo, recolhimento de lixo e uso do hidrojato para desentupimento dos esgotos. Os moradores devem depositar os descartes em frente às residências.

Fonte: O Alvoradense