Jonas, Andrey, Brayan e Cristian trabalhavam e estudavam. Segundo polícia, mortes dos quatro amigos foram gratuitas | Foto: Divulgação / OA

O histórico de estudo e trabalho dos quatro jovens que foram mortos no bairro Jardim Algarve na noite de domingo reforçam a hipótese da Polícia de que os assassinatos foram gratuitos.

Jonas Dorneles de Souza, de 16 anos, havia começado a cursar o segundo ano do ensino médio na segunda-feira passada. Nas férias, ele trabalhou em um supermercado de Porto Alegre.

Cristian Rodrigues de Assis, que comemorava seus 19 anos no domingo — o motivou o churrasco naquela noite —, cursava a sétima série no supletivo e trabalhava em uma metalúrgica na Capital.

Andrey Flores Monticelli, de 16 anos, era vizinho de Cristian e trabalhava como montador de móveis. O único que ainda não estava empregado era Brayan Ildo de Andrade, também de 16 anos, já que cuidava do irmão pequeno pela tarde.

Nenhum deles tinham antecedentes criminais. Na escola onde estudavam os quatro, a Gentil Viegas Cardoso, as aulas foram suspensas na segunda-feira.

Investigações avançam 
O delegado Cassiano Cabral, responsável pelo caso, já identificou 15 suspeitos que podem ter atirado nas vítimas. Segunda a polícia, foram ao menos 100 tiros.

O crime ocorreu para mostrar o poderio do grupo que é do Loteamento Timbaúva, na Capital, e busca ampliar as ações com o trafico de drogas na zona Sul de Alvorada. O grupo teria usado pelo menos duas espingardas calibre 12 e pistolas 9mm e .380.

Fonte: O Alvoradense / Com informação do Diário Gaúcho e Rádio Guaíba