Obras devem ser concluídas em dezembro deste ano | Foto: Gabinete Digital / Divulgação / OA
Obras devem ser concluídas em dezembro deste ano | Foto: Gabinete Digital / Divulgação / OA

Os milhares de gaúchos que transitam diariamente na ERS-118 e aguardam a conclusão das obras em execução podem acompanhar a evolução dos trabalhos de duplicação e restauração da rodovia. O site De Olho nas Obras é atualizado mensalmente com novas informações acerca da situação atual dos três lotes, os entraves existentes, as próximas etapas e a previsão de conclusão.

A última atualização, realizada nesta quarta-feira (05), traz o relato em vídeo do engenheiro civil Elmo Bortolotto, do Daer, bem como registros do progresso das obras. Até o final de março, os usuários vão poder trafegar em mais quatro quilômetros de pista nova no sentido Gravataí – Sapucaia do Sul, entre os lotes 2 e 3 da rodovia. Atualmente, apenas dois quilômetros da nova pista estão liberados para o trânsito.

Remoções
Do total de 908 residências e estabelecimentos comerciais localizados em áreas em processo de desapropriação, restam apenas 205 ocupações a serem retiradas. No lote 3, onde o adensamento urbano é maior, uma frente de trabalho de 1,5 km foi aberta graças às remoções. Já no lote 1, a empresa Triunfo atua em cinco frentes, ampliando as obras de terraplanagem e drenagem. Por fim, no lote 2 os avanços são menores e espera-se que a empresa Sultepa adote um ritmo compatível com as frentes de trabalho já disponíveis .

Em andamento desde 2006, a duplicação da ERS-118 é uma das obras viárias mais complexas da carteira de projetos estratégicos do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Os trabalhos envolvem um trecho de 22,4km na área de abrangência de Cachoeirinha, Esteio, Gravataí e Sapucaia do Sul, zona de grande adensamento urbano. A ocupação à beira da estrada é um dos maiores desafios à continuidade da obra, que depende da desapropriação de terras e realocação de milhares de famílias.

Ainda não há previsão para o início das obras entre Gravataí, Alvorada e Viamão.

Fonte: O Alvoradense