Nova Delegacia Especializada no Atendimento a Mulher de Alvorada funcionará na esquina das ruas Salgado Filho e Sagres, no Centro | Foto: Amanda Fernandes/OA
Nova Delegacia Especializada no Atendimento a Mulher de Alvorada funciona na esquina das ruas Salgado Filho e Sagres, no Centro | Foto: Amanda Fernandes/OA

A Rede de Atendimento da Segurança Pública para o Enfrentamento à Violência doméstica e Familiar será apresentada nesta sexta-feira (11) em Alvorada.

O evento, que acontecerá em todas as cidades que receberão a Patrulha Maria da Penha, será a partir das 10h no Salão Nobre da Prefeitura.

Representantes da  Secretaria da Segurança Pública (SSP), Brigada Militar (BM), Polícia Civil (PC), Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) e Instituto-Geral de Perícias (IGP) falarão sobre o papel de cada um dentro do fluxo de atendimento às mulheres vítimas de violência.

Participam organismos municipais de políticas para as mulheres, prefeituras, Ministério Público, Judiciário, Defensoria Pública, conselhos municipais, servidores e servidoras da segurança pública.

Alvorada recebeu Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) no dia 8 de março deste ano, sendo um dos seis municípios contemplados com o serviço desde 2011.

Rede Lilás
O projeto da SSP, que integra a Rede Lilás coordenada pela Secretaria de Políticas para as Mulheres do RS, acompanha as Medidas Protetivas de Urgência solicitadas ao Poder Judiciário por mulheres vítimas de violência doméstica.

A Brigada Militar (BM), Polícia Civil (PC), Instituto-Geral de Perícias (IGP) e Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) trabalham juntas.

A atuação ocorre desde o registro da ocorrência até a prisão e soltura do agressor. Mesmo com liberdade concedida, o Estado permanece com a vigilância, garantindo a segurança da vítima.

Para garantir a segurança da vítima a BM fiscaliza o cumprimento da medida protetiva de urgência. A patrulha ( com viaturas  identificadas e PMs capacitados) faz visitas regulares à casa da mulher e presta o atendimento  necessário pós-delito.

Se necessário, a mulher é encaminhada para uma casa-abrigo ou atendimento em saúde.

Outros projetos como a “Sala Lilás”, “Metendo a Colher” e o “Observatório da Violência contra a Mulher” serão implantados na cidade na intenção de proteger as vitimas de violência doméstica.

Fonte: O Alvoradense