Família lamenta não ter sido informada da morte do filho

Corpo do rapaz estava no IML desde 25 de abril, vítima de homicídio

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Foto: Arquivo Pessoal / OA

A procura de uma família pelo filho, desaparecido desde abril, encerrou da pior forma. Em 09 de maio entraram em contato com o Instituto Médico Legal (IML) e descobriram que Guilherme David Maschio, de 27 anos, havia sido morto por volta das 5h30min de 25 de abril, na rua Martinho Lutero, bairro Formoza.

A mãe lamenta não ter sido informada. “Tive que enterrar meu filho com caixão fechado.

Nem me despedir pude”, relembra. Ela explica que o filho era dependente químico e sofria de esquizofrenia e epilepsia. Lembra que em 24 de março, após ser solto do Instituto Psiquiátrico Forense (IPF) (onde permaneceu por quatro meses, preso com 31 gramas de droga) a família esteve no Fórum de Alvorada, onde atualizou endereço, telefone…

“A sociedade exige que um adicto seja preso, mas as autoridades não podem informar que ele está morto”, aponta a mãe.