Conforme o secretário da Fazenda, faltariam R$ 360 milhões para honrar a folha salarial na integralidade no final do mês | Foto: Arquivo/Palácio Piratini/OA
Conforme o secretário da Fazenda, faltariam R$ 360 milhões para honrar a folha salarial na integralidade no final do mês | Foto: Arquivo / Palácio Piratini / Arquivo OA

O Governo do Estado anunciou um pacote de ações para combater a crise financeira. São dez medidas que serão protocoladas na Assembleia Legislativa nesta sexta-feira (7). O pacote se baseia em mudanças fiscais, entre elas um aumento de impostos e alteração no sistema previdenciário para futuros servidores.

Mudou o período para se aposentar como servidor público do Estado. O período entre admissão e aposentadoria aumentou, no caso. Deve mudar também o tempo de serviço na Brigada Militar.

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Acontece também a oficialização do setor Banrisul Cartões. Uma empresa diferente irá administrar esta parte do banco. As bandeiras Visa e Mastercard ficarão a cargo desta nova companhia. A medida traz mais possibilidade de privatização no futuro.

Além disso, três fundações serão extintas do Rio Grande do Sul: Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (Fepps), Esporte e Lazer (Fundergs) e Fundação Zoobotânica.Quem hoje está na Fepps será realocado para a Secretaria de Saúde. Já os outros devem ter contrato rescindido.

O governador José Ivo Sartori solicita a retirada da obrigatoriedade de plebiscito para privatização da Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa). A medida também engloba a extinta Cohab, que deve refinanciar as dívidas habitacionais.

Os tributos devem aumentar e um novo sistema de conciliação para ações judiciais devem surgir. Para o Governo do Estado, essas serão as alternativas para superar a crise financeira. Na última semana, a gestão anunciou o parcelamento do salário dos servidores.

Fonte: O Alvoradense