Um grupo de 12 mães e pais de crianças vítimas de agressões físicas e psicológicas em uma escola de educação infantil de Alvorada foi acolhido nesta quinta-feira (5) pela Central de Atendimento às Vítimas do Ministério Público do Rio Grande do Sul. O encontro ocorreu no Espaço Bem-me-quer, na sede do órgão, em Porto Alegre.
A reunião foi conduzida pelas promotoras Carla Frós, coordenadora da Central, e Karen Mallmann, responsável pela investigação. As famílias receberam orientações jurídicas e informações sobre o andamento do procedimento criminal.
De acordo com a Karen Mallmann, os fatos investigados são graves e envolvem crianças muito pequenas. Ela destacou que o objetivo do encontro foi explicar a atuação do Ministério Público e os próximos passos do processo.
A investigação aponta que duas responsáveis pela escola, presas preventivamente no dia 3 de março em operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) com apoio da Brigada Militar, teriam sedado crianças de dois a cinco anos sem prescrição médica. Há ainda indícios de agressões físicas, violência psicológica, castigos e negligência com higiene e alimentação. O inquérito deve ser concluído nos próximos dias.






























