Veículos colidiram e um deles acabou subindo a calçada na tarde de sábado. Por sorte, não houve ferifos | Foto: Jonathas Costa/OA
Veículos colidiram e um deles acabou subindo a calçada na tarde de sábado. Por sorte, não houve ferifos | Foto: Jonathas Costa/OA

Os moradores próximo da esquina das ruas Coelho Neto e João Barbosa passam o dia apreensivos. No local, os acidentes se tornaram constantes.

Foi o que ocorreu na quinta-feira (26), quando um motociclista ficou ferido e chegou a aguardar por mais de uma hora o atendimento do Samu. Dois dias depois, durante a tarde de sábado (28), uma nova colisão ocorreu na mesma esquina, dessa vez apenas com danos materiais.

• FOTOS: Veja imagens do acidente ocorrido no sábado

“Isso virou rotina. São pelo menos dois acidentes por semana”, desabafa João Batista da Silva, de 50 anos, morador da casa que fica na esquina das duas ruas. “Olha essa marca aqui, isso foi um carro que subiu a calçada e bateu na minha garagem”, conta João, apontando para a parte da parede de seu imóvel com falha no cimento.

Segundo os moradores, os acidentes se tornaram frequentes após o novo asfalto na Coelho Neto, inaugurado no início do ano. A rua, agora em perfeitas condições, leva motoristas a pisarem fundo no acelerador.

No local há sinalização vertical, com duas placas indicando que a preferencial é para quem trafega pela João Barbosa. Não há, no entanto, pintura no asfalto, tão pouco ranhuras, tachões ou quebra-molas. É justamente o que pedem os moradores. “Quem passa por aqui não percebe que a preferencial não é para a Coelho Neto. Esse cruzamento está muito perigoso”, explica João.

Esquina se tornou sinônimo de preocupação com os constantes acidentes. Moradores relatam que após novo asfalto, local registra duas colisões por semana | Foto: Jonathas Costa/OA
Esquina se tornou sinônimo de preocupação com os constantes acidentes. Moradores relatam que após novo asfalto, local registra duas colisões por semana | Foto: Jonathas Costa/OA

Movimento das crianças é grande na região
A esquina fica próximo a um campo de futebol, localizado atrás da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro. Com o novo asfalto, crianças de todas as idades utilizam a Coelho Neto para brincar ou andar de skate e bicileta, o que fez do local uma extensão do campo.

Pela tarde a rua é tomada por eles, o que gera ainda mais preocupação nos moradores. “Vai acontecer uma tragédia qualquer dia”, teme Gislaine Frois, de 35 anos, moradora do outro lado da esquina.

Fonte: O Alvoradense