População deve ficar atenta aos focos de proliferação do mosquito | Foto: Verônica Faccioni / Divulgação PMPA / OA Vigilância em Saúde investiga focos de larvas de mosquito transmissor da dengue Foto: Verônica Faccioni/Divulgação PMPA

A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito Aedes aegypti transmissor da doença.

O vírus é transmitido para as pessoas, através da picada do inseto contaminado. A dengue não é transmitida de pessoa para pessoa, nem mesmo através de alimentos ou uso de objetos. Como não existe vacina contra a doença, a melhor forma de se proteger é a prevenção.

Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, latões, sacos plásticos e lixeiras.

O alerta reforça a necessidade de manter fechadas as caixas d’água, poços e cisternas. Não cultivar plantas em vasos com água. Usar terra ou areia nestes casos. Tratar as piscinas com cloro e fazendo a limpeza constante. O ideal é deixá-las cobertas ou vazias quando não for usar por um longo período. Os ralos externos (terraço, sacadas, pátio) devem ser protegidos com tela milimétrica, evitando a hospedagem das larvas.

Manter as calhas limpas e desentupidas, caso estejam cobertas, remover as folhas ou outros materiais, que possam impedir o escoamento da água da chuva. A água da piscina deve ser tratada com cloro e fazer a limpeza constante. Se a família viajar de férias, o ideal é deixar coberta ou vazia, quando não for usar por um longo período.

Cuidados

Como ocorre a infecção
A dengue é uma doença febril aguda, de causa viral, que pode ter evolução benigna ou grave, quando se apresenta na forma hemorrágica. É transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Menor que um pernilongo comum, de cor preta e com pequenas manchas brancas no corpo e nas patas, o inseto costuma picar no início da manhã e no final da tarde.

O ovo do Aedes aegypti pode sobreviver em ambiente seco por aproximadamente 400 dias. Se neste período ele entrar em contato com água, poderá gerar uma larva e, em seguida, o mosquito.

Fonte: O Alvoradense / Com informações da PMPA