Diversidade da economia gaúcha garantiu crescimento acima da média em 2013 | Foto: Pedro Revillion/Palácio Piratini/OA
Diversidade da economia gaúcha garantiu crescimento acima da média em 2013 | Foto: Pedro Revillion/Palácio Piratini/OA

A produção industrial do Rio Grande do Sul fechou 2013 com um crescimento de 6,8%, o maior entre os estados e bem acima do índice do País, que fechou em alta de 1,2%. Na comparação dezembro de 2013 ao mesmo mês de 2012, o avanço da produção do Estado foi ainda mais significativo, com alta de 11%.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os números são explicados pela expansão dos setores de refino de petróleo e produção de álcool, de máquinas e equipamentos e de produtos químicos.

“Nosso governo atua em todas as áreas da economia gaúcha, desde o pequeno produtor do campo, passando pelo agronegócio, chegando nas pequenas e micros indústrias, até as multinacionais e alta tecnologia. Em conjunto com a força de trabalho da nossa gente e o empreendedorismo dos empresários, os resultados surgem naturalmente”, ressalta o governador Tarso Genro.

Para o secretário de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), Mauro Knijnik, “o resultado é fruto de um esforço da indústria gaúcha e de um trabalho baseado em uma política industrial. O desempenho do Estado é ainda mais significativo se considerarmos que o mundo vive um momento econômico difícil”.

A produção industrial reforça o bom momento econômico do Estado, que vem superando a média nacional em praticamente todos os indicadores. O PIB acumulado até setembro (último dado disponível) mostrava um crescimento de 6,6% na economia gaúcha, contra 2,4% no Brasil. Nas exportações, o Rio Grande do Sul recuperou a terceira posição no ranking nacional, com US$ 25,1 bilhões em vendas externas, com uma evolução de 44,3%. Conforme o IBGE, Porto Alegre foi a Região Metropolitana que apresentou a menor taxa de desemprego em relação à população economicamente ativa do país em 2013, com 3,5%. A média nacional foi de 5,4%.

Fonte: O Alvoradense