Antes do programa apenas nove empresas venciam as licitações para alimentação dos internos do presídios gaúchos | Foto: Sarh / Divulgação / OA
Antes do programa apenas nove empresas venciam as licitações para alimentação dos internos do presídios gaúchos | Foto: Sarh / Divulgação / OA

Aconteceu  nesta quinta-feira (26) a reunião-almoço para a apresentação dos resultados do Programa de Compras Públicas para Micro e Pequenas Empresas (Fornecer). O encontro aconteceu na sede da Associação Comercial de Alvorada (Acial).

O programa tem como objetivo explorar o poder de compras governamentais como política de desenvolvimento econômico regional para fomentar as micro e pequenas empresas além da agricultura familiar e pequenos produtores. A iniciativa gera, ao mesmo, tempo economia no custo final dos produtos.

Antes do programa apenas nove empresas ganhavam as licitações para a aquisição de alimentos para os presídios. Em 2013m o programa encerrou a quarta fase  com 146 empresas vencedoras, entre elas, 135 de porte pequeno ou médio. No total foram distribuídos R$ 40,6 milhões, destes R$ 12,3 milhões foram investidos em micro ou pequenos empreendimentos.

De acordo com  o secretário da Administração e dos Recursos Humanos (Sarh), Alessandro Barcellos, o programa dialoga com um eixo fundamental, tanto do governo estadual quanto no federa: trabalha com produção, crescimento do país, geração de emprego e renda familiar. “O Poder Público sempre foi um dos maiores compradores de produtos e serviços. Nosso desafio é direcionar esse enorme poder de consumo e recursos para incluir os pequenos empreendedores. Este foi o grande desafio, incluir no mercado formal milhares de gaúchos.”, disse.

O Fornecer deu início à sua quinta etapa esta semana. Já foram realizados 44 pregões em 11 cidades gaúchas. Nesta sexta-feira (27) acontecem as compras na cidade Montenegro, encerrando a primeira semana. Nesta etapa serão realizados 320 pregões em 80 municípios para compra de carne, leite, pão e não-perecíveis. Os itens vão abastecer as casas prisionais do Estado por seis meses.

Fonte: O Alvoradense