Foto: Mariu Delanhese / OA

A sessão desta terça-feira (8) da Câmara de Vereadores de Alvorada durou poucos minutos. Após a repercussão do pedido de prisão de Vanio Presa (PMDB), expedido pela Justiça no âmbito da Operação Alderman, o Plenário acabou esvasiado e a sessão encerrada.

Nenhum vereador usou a tribuna. Questionada pelo jornal O Alvoradense, Irmã Sara (PMDB) evitou tecer comentários diretos, mas disse que “quem não deve não teme”. Ela também comentou que a suspensão da sessão se deu em virtude da falta de projetos na Ordem do Dia e porque os vereadores não estavam “emocionalmente prontos”.

A Ordem do Dia efetivamente não apresentava projetos para serem apreciados em Plenário nesta terça. Por volta das 18h, vários vereadores já haviam deixado a Câmara. Preto (PDT) também preferiu não comentar o caso e disse que estava procurando mais informações.

Igualmente a direção da Casa decidiu não emitir nota ou qualquer declaração sobre o pedido de prisão do vereador. Rodrigo Nunes, diretor-geral da Câmara, justificou que o Legislativo não foi notificado pela Justiça e também não era alvo da operação.

A Justiça considera Vanio Presa foragido.

Fonte: O Alvoradense