A taxa de desemprego no mês de setembro ficou em 10,3%, índice inferior aos 10,6% registrados em agosto, segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O total de desempregados ficou em 2.313 mil, 42 mil a menos que no mês anterior.

O nível de ocupação teve pequeno aumento de 0,7% em setembro na comparação com agosto. Foram criados 132 mil postos de trabalhos, número maior do que o de pessoas que entraram no mercado de trabalho (89 mil). O total de ocupados foi estimado em 20.040 mil, e a População Economicamente Ativa (PEA) registrou 22.354 mil pessoas.

Nas sete regiões metropolitanas onde a pesquisa é feita, houve crescimento em Belo Horizonte (de 6,9% para 7,2%) e Recife (14,2% para 14,5%). Houve redução em Salvador (18,2% para 17,8%), São Paulo (10,4% para 10%), no Distrito Federal (12,3% para 12%), em Porto Alegre (6,5% para 6,2%) e Fortaleza (7,9% para 7,7%).

Desemprego em Porto Alegre cai, mas rendimento do trabalhador também sofre redução
A taxa de desemprego na região Metropolitana de Porto Alegre caiu para 6,2% em setembro, contra 6,5% registrados no mês anterior. Apesar de o nível de ocupação ter crescido 0,7%, o rendimento médio real variou negativamente (-0,3%), ficando em R$ 1.715. Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgados nesta quarta-feira.

Em setembro, o nível de ocupação apresentou pequeno aumento (0,7%) em relação ao mês anterior. A criação de 132 mil postos de trabalho, número superior ao de pessoas que ingressaram no mercado de trabalho (89 mil), resultou na diminuição do contingente de desempregados (-42 mil). O total de ocupados, nas sete regiões investigadas, foi estimado em 20.041 mil pessoas e a População Economicamente Ativa (PEA), em 22.354 mil.

O número de assalariados apresentou pequena elevação (0,5%). No setor privado, registrou-se comportamento positivo entre os empregados com carteira de trabalho assinada (0,4%) e elevou-se o daqueles sem carteira (1,5%). Ampliaram-se os contingentes de autônomos (1,3%) e dos classificados nas demais posições (0,8%) e, variou positivamente o de empregados domésticos (0,4%).

Fonte: Agência Brasil