Segundo sindicato, 32 monitores aderiram à greve, que não tem data para terminar | Foto: Sima/Divulgação/OA
Segundo sindicato, 32 monitores aderiram à greve, que não tem data para terminar | Foto: Sima/Divulgação/OA

Após dois dias de paralisações, na quinta e sexta-feira da semana passada (23 e 24), os monitores da Secretaria Municipal de Trabalho, Assistência Social e Cidadania decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.

Segundo o Sindicado dos Servidores Municipais de Alvorada (Sima), 39 monitores aderiram à paralisação. Ao todo 51 servidores atuam na área, entre ativos, afastados e em férias.

A mobilização atinge parte dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAs) e o abrigo municipal Arco-íris. Seguindo uma determinação Constitucional, 30% dos monitores permaneceram nos postos de trabalho.

Os grevistas garantem que só devem voltar ao trabalho após serem recebidos por representantes do governo municipal. De acordo com eles, o Sima tentou contato com o secretário de administração, Ramiro Passos, e o prefeito Professor Serginho, ainda na semana passada. Durante o final de semana o grupo teria buscado uma agenda com a deputada estadual Stela Farias e com a presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) de Alvorada, Giovana Thiago.

A categoria pede melhores condições de trabalho e a regulamentação do Projeto de Lei 01/2013, que deveria ter sido votado na Câmara em dezembro, o que acabou não ocorrendo.

Por meio de nota na semana passada, a prefeitura contestou a afirmação do sindicato quanto à falta de diálogo e afirmou que sempre esteve aberta para receber as reivindicações dos servidores. Ainda segundo o texto, o governo “busca de forma democrática e transparente conversar e repassar à categoria a real situação da administração”.

Fonte: O Alvoradense