Na rua Humberto de Campos, no bairro Maringá, altura do mato esconde até caminhão | Foto: Jonathas Costa / OA
Na rua Humberto de Campos, no bairro Maringá, altura do mato esconde até caminhão | Foto: Jonathas Costa / OA

A falta de podas em alguns canteiros de avenidas e praças da cidade tem gerado reclamação de moradores. Em alguns casos a altura do matagal prejudica a visibilidade de motoristas.

Nos cruzamentos das avenidas Maringá com Duque de Caxias, por exemplo, motociclistas e pedestres ficam encobertos pelo mato do canteiro central.

Comerciantes locais reclamam que a situação prejudica o fluxo de clientes na região. É o caso de João Silva: “Esta é uma das avenidas mais usadas em Alvorada e esta naquele estado de conservação. O mato esta tomando conta da Presidente Getúlio Vargas até a Bandeirantes. Será que não tem pessoal para ao menos cortar o mato?” questiona o morador.

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O mesmo ocorre nas avenidas Pátria, no bairro Formoza e Itararé, na Nova Americana. Na rua Humberto de Campos, no bairro Maringá, até mesmo caminhões conseguem ficar escondidos atrás do matagal.

Morador do bairro Maria Regina, Everton Medeiros relata o perigo da falta de podas na avenida Flores da Cunha: “Só não atropelei uma criança no local porque dirigia minha moto em baixa velocidade”, conta.

Já no Porto Verde a preocupação é com as praças da região. Carlos Dalenogare, morador do bairro, afirma que a situação “acarreta a depreciação do patrimônio público e o desperdício do dinheiro do contribuinte”. Segundo o morador, a última vez que a praça próximo a sua casa foi podada, na rua Curiós, foram dez dias antes das eleições de outubro, há mais de seis meses atrás.

Moradores do bairro Porto Verde garantem que praça na rua Curiós teve última poda dez dias antes das eleições de outubro, há mais de seis meses atrás | Foto: Carlos Dalenogare / Especial OA
Moradores do bairro Porto Verde garantem que praça na rua Curiós teve última poda dez dias antes das eleições de outubro, há mais de seis meses atrás | Foto: Carlos Dalenogare / Especial OA
Contrato emergencial busca restabelecer prestação de serviços

A secretaria municipal de Serviços Urbanos abriu no último dia 15 o processo para contratação emergencial de empresa para prestação de serviços na cidade.

A medida, segundo a secretaria, visa restabelecer o cronograma de varrição, roçada e manutenção das praças.

Funcionários da Prefeitura podaram o canteiro central da avenida Presidente Getúlio Vargas nesta quarta-feira | Foto: Jonathas Costa / OA
Funcionários da Prefeitura podaram o canteiro central da avenida Presidente Getúlio Vargas nesta quarta-feira | Foto: Jonathas Costa / OA

O contrato terá duração de 90 dias, podendo ser prorrogado pelo mesmo período de tempo.

Estão previstos 15 funcionários para varrição, dez para as podas dos canteiros de avenidas e outros dez funcionários para a manutenção das praças.

Durante a manhã e início da tarde desta quarta-feira um grupo já trabalhava na poda do canteiro central da avenida Presidente Getúlio Vargas, próximo a parada 41, na entrada da cidade, num indicativo de que a normalização do serviço deve estar próxima.

Batizado de “Limpando a Cidade”, o projeto prevê para esta semana ações na avenida Maringá. Na próxima semana os trabalhos seguem nas avenidas Pátria e Flores da Cunha. 

Fonte: O Alvoradense