Atos que sacudiram o país em junho devem voltar a ocorrer neste ano contra a Copa do Mundo | Foto: Mídia Ninja/OA
Atos que sacudiram o país em junho devem voltar a ocorrer neste ano contra a Copa do Mundo | Foto: Mídia Ninja/OA

A informação divulgada no final de semana de que o governo federal criou uma Força Nacional para atuar durante a Copa do Mundo nos estados onde serão realizados jogos causou revolta em integrantes de movimentos estudantis.

O objetivo da força, com 10 mil policiais, será coibir manifestações de rua, como as que aconteceram no ano passado durante a Copa das Confederações. No Rio Grande do Sul, 682 policias devem reforçar o efetivo da Brigada Militar.

E o ano deve ser mesmo de efervescência social. O grupo Anonymous Brasil já articula grande mobilização nacional para o dia 25 de janeiro.

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Denominada de Operation World Cup, o objetivo é denunciar que a Copa Fifa 2014 “apresenta atrações implícitas”. No chamamento realizado por meio das redes sociais, os ativistas ressaltam que, ao chegarem no Brasil, os turistas podem ser surpreendidos por assaltos com armas de fogo. Eles observam que o intuito dos protestos contra a Copa 2014 é lutar pelos interesses do povo e de qualquer pessoa que deseja um país mais justo e menos desigual.

“Os protestos contra a Copa 2014 no Brasil apresenta cunho suprapartidário, ou seja, estão acima dos interesses políticos de partidos específicos. Se houver alguma bandeira, que seja a das reivindicações populares. A intenção é colocar as causas populares acima deles e fazê-los repensarem seus papéis” justificam.

Ao todo serão 39 protestos simultâneos em vários pontos do país. Na capital paulista, por exemplo, o ato começará junto ao Museu de Arte de São Paulo. Na capital federal, os manifestaram estarão no Brasília Shopping. Já em Porto Alegre a concentração ocorre em frente à prefeitura a partir das 17h.

Fonte: O Alvoradense / Com informações do Correio do Povo