Miguel Ramos atuou em vários curtas produzidos pela RBS TV, como o “Filé de Borboleta e outros causos” de 2012 | Foto: Rede Globo/Divulgação/OA
Miguel Ramos atuou em vários curtas produzidos pela RBS TV, como o “Filé de Borboleta e outros causos” de 2012 | Foto: Rede Globo/Divulgação/OA

O ator gaúcho Miguel Ramos, de longa história em teatro, cinema e TV, morreu na noite deste domingo, em Porto Alegre.

Aos 66 anos, ele estava internado na UTI do Hospital São Lucas da PUCRS para tratar de um mieloma múltiplo, tipo de câncer na medula óssea.

A família informou que o velório será realizado nesta segunda-feira, das 9h às 18h no Teatro Renascença. Depois disso, o corpo será levado para cremação e as cinzas transportadas para Uruguaiana, terra natal do artista.

Ramos participou da recente produção de “O Tempo e o Vento”, com direção de Jayme Monjardim sobre a saga de Érico Veríssimo. A carreira cinematográfica também contou com atuações em Cerro do Jarau (2005), de Beto Souza (que valeu a Ramos o kikito de melhor ator coadjuvante em Gramado);Concerto Campestre (2004), de Henrique de Freitas Lima, baseado no romance de Luiz Antonio de Assis Brasil; Netto Perde sua Alma (2001), de Tabajara Ruas e Beto Souza, entre outros títulos. Em 2003, participou da série de TV A Casa das Sete Mulheres, baseada no romance de Leticia Wierzchowski.

Ele foi premiado como melhor ator do Festival de Gramado em 2009 pelo curta “Invasão do Alegrete”. 

Miguel Ramos também foi vereador e secretário de Cultura de Uruguaiana. Ele deixa a esposa, a atriz e diretora Clênia Teixeira, com quem foi casado por 38 anos.

Fonte: O Alvoradense