domingo, 12 de julho de 2020
- PUBLICIDADE -

Tópico: José Couto

El cantador entoa seu canto pungente

el cantador Para o Poeta Antonio Torres ninguém entende que língua falam os poetas só eles acariciam o que sentimos antecipadamente suas letras misturadas são beijos na madrugada em que subitamente despertamos e ficamos ouvindo barulhos dos bichos noturnos seus versos polinizam sementes do não tempo sobre os delicados, os marginalizados, os ilegais, os gauches apaziguando os desconcertos ninguém sabe com que sonham os poetas se bússolas ou mapas os guiam só visualizamos na neblina turva o corte sutil exposto em sua pele de onde emergem metáforas alucinadas cantigas memoriais que são e não são travessias palavras escritas nas águas dos rios reverberando verdades que ora unem, ora separam ninguém quer saber qual seu tema a fonte que jorra a imaterialidade forjando suas incertezas ninguém entende suas preferências pelas...

Meus tesouros!

Para meus queridos irmãos poetas dedico meu poema visual “O Soneto de Pandora” “A bondade em palavras cria confiança; a bondade em pensamento cria profundidade; a bondade em dádiva cria amor.” Lao-Tsé Abro meu baú e compartilho meus tesouros! * Miragens Para meu querido amigo Jose Couto Entranhado no cerne o mais febril dos anseios. Como o rei Artur luta com a espada Excalibur, mas não impede a paixão de Guinevere e Lancelot. Segue em traçadas miragens como os passos de Sartre em direção à Simone de Beauvoir. Tantas vezes traído. A fantasia continua adormecida em seus braços em busca de súditos transmudados que alcancem o infinitivo do verbo querer. Em Freud faz uma tentativa vã de traduzir seus sonhos incompreensíveis e distantes. No limite com...

*Oficina Literária*

Estão abertas as inscrições para Oficina de Sensibilização Literária e Escrita Criativa do professor e escritor José Couto